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Perspectiva da Energia Solar para 2022

Em 2021 batemos recordes históricos quando o assunto é energia solar, com mais de 3,5 GW segundo a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), órgão regulador do setor elétrico brasileiro. De acordo com a ABSolar, a produção da energia solar representa mais de 70% da usina hidrelétrica de Itaipu que é a 2ª maior do mundo e a maior da América Latina. Com isso, no Brasil o sistema fotovoltaico deixou de ser a 7º para ser a 6º maior fonte de geração de energia. O Brasil entrou no grupo dos 15 países líderes e as expectativas são os investimentos expandindo, já que foi o país que mais atraiu investimentos. Existem três fatores para o crescimento: a grande quantidade de projetos de geração centralizada que devem começar a operar no pais, a procura maior por sistemas solares com a aprovação da Lei 14.300, que teve sua aprovação publicada no dia 06 de janeiro e os aumentos na conta de luz previstos para o ano que vem na ordem de 21% e que a tendência é sempre aumentar.

Para 2022, não temos como mensurar os números, mas sabemos que será outro ano de recordes, pois de pessoas físicas à jurídicas estão cada vez mais preocupadas com o meio ambiente, como com a ampla reputação nas questões ambientais, sociais e de governança que se tornaram elementos constantes nas agendas dos diretores das organizações.

Entretanto, embora esperemos ver a indústria brasileira dar uma parada, o mercado solar continuará sua trajetória de forte crescimento por causa dos motivos principais que estimulou a aceitação da energia solar, combinados com a redução do custo dos painéis fotovoltaicos. Esperamos ver maior aceitação nas residências a medida que os consumidores procurarem administrar o aumento dos custos na conta de energia doméstica.

Com o tempo, a nova lei também deve melhorar o financeiro, aumentando o acesso a opções de financiamento de uma maneira mais ampla, o que aquecerá o investimento estrangeiro.

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